ip:// interface pública ou IPE (instituto de pesquisas esquisitas) foi um espaço autônomo de experimentação em mídias livres, arte e ativismo que ocupou uma sala da lapa no rio de janeiro de 2004 a 2007 com uma breve baldeação pelo centro cultural cartola, quando então voltou para o andar de cima do prédio da lapa. uma constante rotatividade de pessoas e coletivos passaram pelo espaço, que acabaram por esporificar-se de vez pela cidade. o local foi aglutinador de muitas ações de r-eXistência, que realizaram no espaço oficinas, grupos de estudo, imersões multimídia, cineclubes, rádios livres, festas, festivais, mostras de vídeo, esporo de metareciclagem, espaço de residência, de encontros etc etc etc. 
Ip - rio de janeiro (2004/2005)
 -> IP = InterfacePublica
http://wakka.midiatatica.info/wikka.php?wakka=InterfacePublica
-> BLOG IP:// em migração

-> Lista de discussão utilizada
http://lists.riseup.net/www/info/centrodemidia


-> IPÊ- IpexTended (2006-2007-)
 -> IpE .. e o rio de janeiro continua lindo..
 http://ipe.sarava.org
-> Lista de discussão utilizada 
http://lists.riseup.net/www/info/ipe

((ambas as listas encontram-se congeladas. os blogs feneceram..))


 

Biblioteca ip://
ciberfeminismo
feminismo
copyleft
manifestos
mídia tática
hacktivismo
software livre


lapa, rio de janeiro

renata durante os primórdios do ip:// em 2005

trabalho de primadonna em cima de placa-mãe metareciclada

no centro cultural cartola durante a oficina do tactical tech índia/budapeste) o isummit
(encontro dos creative brothers)

/boot aproximar práticas de mídia, arte e ativismo das novas mídias e do software livre; produzir e distribuir mídia livre. Tem como foco o desenvolvimento de práticas e pesquisas que busquem unir novas e antigas ferramentas de comunicação e produção cultural independente.

/home
é também um espaço físico para discussão, aprendizado, comunicação e projetos de re-apropiação tecnológica, mídia comunitária e tática no Rio de Janeiro.

/bin
foco em projetos que enfrentam a desigualdade no acesso às novas mídias e às tecnologias sociais, projetos que estimulam a formação de redes de colaboração, a diversidade cultural, a organização dos movimentos sociais e a computação feminina.

faça-você-mesma!